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Império Romano: História e Curiosidades da Roma Antiga

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O império romano foi uma potência política, militar, econômica e cultural que se estabeleceu em grande parte do mundo antigo, entre o primeiro século a.C. (mais precisamente em 27 a.C. com a eleição de Augusto como primeiro imperador) até 476 d.C (data em que ocorre a queda do império romano em Ravena, quando o imperador era Rômulo Augusto).

Na verdade, em 395, o império romano tinha sido dividido em duas macroáreas administrativas: o império romano do ocidente e o império romano do oriente, que durará até a queda de Constantinópolis, em 1453.

Antes de chegar ao sistema político que chamamos de império, Roma tinha passado por duas fases político-administrativas: a monarquia (de 753 a 509 a.C.) e a República, marcadas por guerras civis, sobretudo aquela entre Mário e Sila, que praticamente se encerra com o assassinato de Júlio César, em 44 a.C.

Neste texto serão elaboradas apenas considerações sobre o Império Romano do Ocidente, tendo Roma como sua capital.

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Otaviano Augusto: o primeiro imperador de Roma

Após a morte de Júlio César, a crise política na qual Roma se encontrava não se resolveu, à diferença do que acreditavam aqueles que tramaram o complô.

Começou um novo período de guerras civis e lutas pelo poder. Os três triumviros: Otaviano, Marco Antônio e Marco Emílio Lépido, haviam começado uma aliança em 43 a.C., após o assassinato de César, e terminam guerreando um contra o outro.

Otaviano foi o vencedor único e incontestável, sobretudo contra dois inimigos poderosos: Marco Antônio e Cleópatra.

império romano augusto
Escultura do Imperador Augusto, época 1 séc. d.C, acervo dos Museus do Vaticano

Em 27 a.C. o senado nomeou Otaviano como comandante geral, ou seja, imperador. Nesse momento ele adotou o nome de César e o título de Augusto, que significa “homem venerável”.

E foi assim que deu-se o pontapé e iniciou o império romano, que vai durar até 476 d.C.

Augusto reinou até 14 d.C. e durante o seu principado, Roma viveu um período de relativa paz e prosperidade. Ele conseguiu encerrar as guerras civis, reforçou as fronteiras, fez um censo de todos os cidadãos do império romano e concedeu a cidadania romana aos povos conquistados que quisessem viver sob o comando de Roma.

Para o bem-estar do povo, Augusto também garantiu ao interno do império romano a distribuição de grãos, de modo que nenhum cidadão passasse fome.

Além disso, as cidades romanas, mas sobretudo Roma, foi monumentalizada, com a construção de grandes edifícios públicos, estradas e aquedutos.

Depois da morte de Augusto subiu ao trono seu enteado Tibério, imperador do período em que Jesus Cristo foi crucificado. A sucessão não foi por via hereditária, mas por adoção, assim como Júlio César também havia feito anteriormente com Augusto.

A expansão do Império Romano

O Império Romano conheceu a sua maior expansão e poder no segundo século depois de Cristo.

Nesse período da história, Roma conquistou vários territórios, incluindo a Britânia (atual Grã Bretanha), a Mauritânia (noroeste da África), a Dácia (atual Romênia) e também parte do Oriente Médio.

império romano turquia
Ruínas de uma das principais cidades romanas: Éfeso, na Turquia.

Em todos os lugares que chegavam e conquistavam eram fundadas cidades, consideradas colônias, e nelas eram construídos grandes edifícios públicos, aquedutos, termas, teatros e anfiteatros, ou sejam, existiam várias “pequenas Romas” ao redor do mundo antigo conquistado pelos romanos.

A economia se desenvolveu muito. Existia um comércio próspero porque uma grande quantidade de produtos oriundos de vários cantos do império romano circulava tanto por via terrestre quanto marítima, e eram enviados para Roma.

Da Gália eram importados cevada, trigo, lã porque na Gália existiam grandes rebanhos de ovelhas. O Egito era um grande fornecedor também de trigo (o principal), mármores preciosos e incensos, além de servir como entreposto dos produtos do oriente, como a seda (China), a púrpura, as pérolas e pedras indianas.

Havia um grande comércio de metais, azeite e vinho em todo o Mediterrâneo.

Outro material precioso que chegava do Egito, da Grécia, da Turquia e do norte da África eram os mármores que decoravam as colunas dos templos, monumentos com o Coliseu, e os palácios imperiais, além das mansões dos personagens ricos e poderosos.

império romano sarcofago
Sarcófago de Santa Helena, mãe do Imperador Constantino. O mármore pórfiro vermelho, de uso esclusivo da família im perial, vinha das marmorarias no Egito.

O que facilitava muito o comércio no mediterrâneo era o uso de duas línguas: o latim e o grego (que tinha a mesma importância que a língua inglesa tem nos dias atuais), e no mundo romano, também existia o uso de uma moeda comum.

Mapa do império Romano na sua máxima extensão

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Roma Caput Mundi: a Roma Imperial

No período do Império Romano, refere-se à capital como Roma Imperial. A cidade era majestosa, com edifícios públicos imponentes, dos quais hoje ainda vemos muitas remanescências quando visitamos a cidade.

Alguns dos edifícios monumentais da Roma Imperial eram:

Anfiteatros: grandes construções de forma circular ou oval, onde os espectadores assistiam a jogos como lutas de gladiadores e lutas entre animais ferozes. Muitas vezes as lutas também eram entre gladiadores e animais.

O anfiteatro mais famoso era o Anfiteatro Flávio, popularmente conhecido como Coliseu. Ele podia hospedar de (oficialmente) 50.000 pessoas a (extraoficialmente) até 75-80.000 pessoas.

Circos: os circos eram o equivalente aos nossos hipódromos, mas as corridas eram realizadas com bigas. Vocês já assistiram o filme Ben-Hur? Nele vemos uma épica corrida de bigas.

O circo mais importante era o Circo Máximo, que tinha cerca de 600 metros de comprimento, 100 metros de largura e podia acomodar até 380.000 pessoas.

Termas: as termas, a rede de água e esgoto e também os banheiros públicos eram serviços para garantir a saúde dos cidadãos da Roma Imperial.

Nas termas era possível tomar banho em piscinas de água quente, morna e fria, além de existirem saunas a vapor.

Dentro delas também existiam bibliotecas e espaços para praticar esportes.

Aspectos culturais da Roma Antiga

Durante o Império Romano, a língua oficial era o latim, que possuía o seu alfabeto com 23 letras, incluindo as vogais.

Os romanos antigos escreviam em tábuas de madeira cobertas por uma camada de cera, ou em rolos de papiro. Mais ou menos no final do Império Romano, começou-se a usar também o pergaminho.

Na Roma Antiga havia muitos intelectuais: escritores, poetas, historiadores, autores de peças teatrais famosos, que descreveram como era a vida de quem viveu naquela época. As principais obras literárias e filosóficas gregas também foram traduzidas para o latim e tiveram uma ampla difusão.

Muitos historiadores (ex.: Suetônio, Tito Livio, Plínio O Velho) e juristas (ex.: Cícero) contaram nas suas obras tudo o que acontecia em Roma, e a história dos seus líderes. Além de, as leis e costumes que regiam a vida em sociedade.

A arte na Roma Imperial

A arte romana, sobretudo a escultura, foi muito influenciada pelos gregos. Inclusive, muitas estátuas romanas são cópias de esculturas gregas.

Escultura do Pugilista, Palazzo Massimo alle Terme, Roma.

Roma e as várias cidades sob o domínio do Império Romano, se enriqueceram de estátuas que representavam imperadores, ou de colunas com altos e baixos relevos, que narravam os feitos militares dos imperadores.

Outra arte que se desenvolveu muito na Roma Imperial foram os afrescos nas paredes. As pessoas mais ricas adoravam decorar suas casas com esse tipo de pintura. Geralmente os temas eram paisagens, motivos floreais, histórias e personagens mitológicos.

Hoje em dia ainda é possível ver muitos desse mosaicos nas ruínas de Pompeia e Herculano. Em Roma, existem séries de afrescos antigos (inclusive das mansões imperiais) conservados no museu Palazzo Massimo alle Terme e em Nápoles no Museu Arqueológico de Nápoles (afrescos de Pompeia, Herculano e outras cidades romanas destruídas pelo Vesúvio).

Afrescos e mosaicos de uma antiga casa romana, Palazzo Massimo alle Terme, Roma.

Os romanos também se aperfeiçoaram muito na arte do mosaico. Existiam mosaicos coloridos ou em preto e branco, alguns com motivos geométricos e outros que formavam verdadeiras figuras. Os temas poderiam ser os mais variados, desde: frutas e verduras (para decorar uma vendinha de comidas), a temas marinhos (para decorar as piscinas das termas) ou temas mitológicos (para decorarem templos).

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A tecnologia no Império Romano: aquedutos, pontes, estradas

Os antigos romanos se revelaram muito hábeis na construções de grandes óperas.

Ainda nos dias de hoje podemos admirar ruínas espalhadas pela Itália e no resto do mundo conquistado, como aquedutos romanos e pontes.

As pontes inicialmente serviam sobretudo para agilizar o deslocamento rápido do exército romano, mas também para facilitar o comércio e o transporte de mercadorias.

Os aquedutos romanos abasteciam a cidade. Roma era conhecida como Regina Aquarum (a Rainha das águas) porque na cidade não faltava água, apesar de somente as pessoas ricas terem dinheiro para ter encanamento e água potável dentro de casa. Os mais pobres pegavam água nas fontes e bicas públicas, e todos (ricos ou pobres) podiam tomar banho nas termas públicas.

O primeiro aqueduto de Roma foi o Aqueduto Ápio, construído em 312 a.C. pelo censor Appio Claudio Cieco. Hoje em dia, em Roma, existem várias ruínas, inclusive o Parque dos Aquedutos.

Mas se “quem tem boca vai a Roma”, para expandir a Roma Antiga era absolutamente necessário ligar Roma ao resto do mundo e vice-versa.

Portanto, já desde a época Republicana e das conquistas de Júlio César (época que oficialmente antecede o Império Romano), começaram a construção de uma ampla rede de estradas.

A pavimentação da Via Ápia Antiga, em Roma

O censor (magistrado responsável pelo censo demográfico) Appio Claudio, além de construir o aqueduto Ápio, também iniciou a construção da maior e mais antiga estrada de Roma: a Via Ápia. A Via Ápia inicialmente ligava Roma a Cápua, e depois foi estendida até Brindisi, chegando a cerca de 550 quilômetros de extensão.

Muitos calculam que os romanos construíram cerca de 300.000 quilômetros de estradas pavimentadas com pedras.

A religião na Roma Antiga

Os romanos eram politeístas e adoravam vários deuses. O panteão romano era formado por divindades locais, mas pouco a pouco, com a expansão do Império Romano para outros cantos do mundo, começaram a serem adorados deuses de outras culturas.

Na Roma Antiga a forma mais antiga de adoração eram as forças da natureza, os espíritos dos defuntos da família, que protegiam as pessoas e as casas.

Ruínas do Templo de Antonino e Faustina, no Fórum Romano.

Também existiam deuses com aspecto humano, como Vesta, a deusa do fogo e do lar, e Janus, protetor da paz e da guerra, da abertura e dos inícios, por isso, a ele foi dedicado o mês de Janeiro, o mês que começa o calendário.

Quando Roma entrou em contato com a cultura grega, absorveu e o sincreticou os deuses gregos: Zeus correspondia ao Júpiter romano, Hera correspondia a Juno, Atenas a Minerva e Marte a Ares.

Durante a monarquia, o rei também assumiu o papel de sumo sacerdote. Durante a idade republicana, esse papel passou ao pontífice máximo. Durante a Roma Imperial, o papel de sumo sacerdote foi assumido pelo imperador, que era de fato considerado um semi-deus.

imperio romano
Augusto como sumo-sacerdote.

Consideremos, porém, que é justamente durante o Império Romano que nasce uma nova religião. Inicialmente vista como uma “seita dos judeus” ou “seguidores de Cristo”, foi no segundo século depois de Cristo que nasceu o Cristianismo.

Muitos dos discípulos de Cristo vieram a Roma, escreveram epístolas (Epístola de Paulo aos Romanos) e na capital do império infelizmente encontraram o seu martírio. Por isso, com o advento do Cristianismo, Pedro e Paulo foram considerados os santos padroeiros da capital do cristianiamo no mundo Ocidental: Roma.

A crise do Império Romano

Por cerca dois séculos o Império Romano foi o modelo perfeito de organização social e política, mas a partir do terceiro século começou a apresentar os seus primeiros sinais de crise.

Arco de Constantino: mon umento da época da crise de Roma (4 séc. d.C.)

Um dos temas mais estudados e discutidos por historiadores e apaixonados pelo assunto é a causas das crises, que depois degenerarão, até ocasionar a queda.

Hoje, as principais causas consideradas as culpadas pela crise são:

Causas militares:  para defender as enormes fronteiras do império era necessário uma força militar sem comparação. Os comandantes romanos foram obrigados a contratarem mercenários e a aceitar povos estrangeiros, das nações conquistadas dentro do próprio exército. Isso fez com que as fileiras militares enfraquecessem.

Por outro lado, mesmo os soldados “puramente romanos”  começaram desde cedo a entender que a força dos imperadores estava no exército, portanto, aconteceram inssurreições, exércitos que viraram a casaca aos seus comandantes e várias rebeliões.

Não por acaso, o imperador Sétimo Severo, deu um conselho aos seus filhos Geta e Caracala, para que nunca brigassem ou negassem aumento de salários aos militares.

Causas econômicas e sociais: a vida suntuosa na capital, o desperdício de dinheiro por parte dos imperadores, e a escassez das guerras de conquista, fez com que o caixa do Estado fosse ficando cada vez mais pobre.

A solução foi aumentar os impostos, sobretudo nas províncias, causando rebeliões, aumentado a pobreza e a insatisfação social.

Causas políticas: em 395 d.C., o imperador Teodósio dividiu o império romano em duas partes: o império romano do ocidente, com capital não mais em Roma, mas Ravena (no nordeste da Itália), e do outro lado o império romano do Oriente, com capital em Constantinópolis (hoje Istambul, na Turquia).

Essa desagregação, enfraqueceu o coração do império e acabou de vez com o prestígio de Roma, que na verdade já tinha perdido o status de capital para a cidade de Mediolanum, hoje a atual Milão.

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As invasões barbáricas e a queda do Império Romano

Entre o quarto e quinto século, o império romano não conseguiu mais manter a sua coesão.

forum romano

Além disso foi impossível defender as fronteiras contra invasões de vários povos, as famosas invasões barbáricas.

Bárbaro era o termo utilizado para culturas diferentes da cultura greco-romano, de povos que não tinham o latim e o grego como língua e, que para os romanos, eram considerados incultos, sem requinte. As principais populações bárbaras eram os visigodos, os vândalos, os burgundos e os unos.

A maioria dessas populações ainda tinha um tipo de vida muito primitivo: moravam e vilarejos. Eram organizado em tribos, viviam de agricultura e pecuária, do trabalho da madeira e do metal. Ou seja, comparado com outras grandes civilizações, ainda era um sistema de vida rudimentar.

Essas populações viviam e sobreviviam de invasões, saques e depredações de povos inimigos.

Em 410, Alarico, comandate dos visigodos conseguiu penetrar na península itálica com os seus exércitos e fazer algo que antes pareceria impossível: chegar a Roma, saqueá-la e dominá-la.

Em 451, foi a vez dos Unos, guiados pelo rei Átila. Na época, o Papa Leão I o encontrou na Lombardia e, em troca de tesouros, o convenceu a in terromper a sua viagem e não invadir Roma.

Em 455, tribos de vândalos conseguiram invadir Roma.

Portanto, estava claro que o império do ocidente não tinha mais alguma condição de resistir a outros povos. Não existiam recursos financeiros para armar novos exércitos e, a população das cidades, com medo de novas invasões, fugiu para o campo.

Em 476, Odoacre, rei da tribo germânica dos érulos, invadiu Ravena. Fez com que Rômulo Augusto renunciasse ao título de imperador, e se autoproclamou rei da Itália.

Segundo os historiadores, esse evento marcará o fim do império romano do ocidente.

O império romano do Oriente, com capital em Constantinópolis, ainda vai sobreviver mais um milênio.

Meus adendos: um fato importante sobre a queda do império romano do ocidente

Quando comecei a estudar a história de Roma, do Império Romano (nascimento, ascenção e queda) durante a minha formação como guia de turismo em Roma e Vaticano, eu não sabia que a queda do império romano do ocidente não foi um fator brusco e inesperado.

Alguns historiadores consideram que o “gran finale”, ou seja, a deposição de Rômulo Augusto, é só uma formalidade histórica e já se pode considerar a ausência de poder do império pelo menos ao acordo feito entre Papa Leão I e Átila.

Outro fator muito importante para os apaixonados por essde assunto, é que o império romano do Oriente vai lutar pelo menos por quase 200 anos para reaver e reunir de novo os dois impérios.

Um dos motivos que não o conseguiram, é porque o império romano do oriente teve que lutar também contra as invasões árabes e islâmicas. De todo modo, a queda de Constantinópolis só acontecerá em 1453.

Fontes Bibliográficas:

Che Saperi! VALERI F.; Editora: Erickson

L’Arte di Vedere. Volume 1. CADARIO M. e COLOMBO S.; Editora: Mondadori

Storia romana, PANI M. e TODISCO E.; Editora: Carocci

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Luciana Rodrigues
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7 COMENTÁRIOS

  1. Seu artigo me deixou morrendo de saudades das aulas de história. Foi tão bom aprender a história de Roma. Acho super importante aprendermos a história das cidades que visitamos.

  2. Ótimo ler esse post com o resumo da história do Império Romano. Visitar Roma sabendo essas informações é muito mais interessante. Adorei

  3. Muito interessante seu texto com a história do império romano. Como viajante é importante entender isso tudo para entender a importância das atrações que vemos por aí

  4. Eu acho incrível a história do Império Romano!

    É impressionante a forma como eles conseguiram se organizar, e como aconteceu a sua queda, né?!

    Seu resumo está bem completo. Adorei!

    Obrigado

  5. Sempre quando vou à Europa, fico impressionada com a expansão de Roma pelo continente. Uma potência mantida por séculos! Vira e mexe você tropeça em uma ruína romana e percebe a presença cultural nos países vizinhos.
    O que mais me instiga é como esse império desmoronou! Inacreditável!
    O latim, até pouco tempo, tinha uma influência nas escolas. Lembro da minha mãe falar que estudava latim no colégio. Com certeza, isso ainda era um resquício cultural de séculos atrás.

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