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Transporte público: andar de bonde em Roma

Andar de bonde em Roma foi uma realidade bem presente no panorama da cidade até os anos 60. Apesar da redução drástica do número de linhas, na últimas duas décadas houve a reativação de antigas linhas, além também da expansão de alguns percursos.

Durante muitos anos morei no bairro Monteverde. Para chegar até lá pegava o bondinho número 8.

Adorava essa viagem sobre trilhos, porque a considerava rápida e ecológica, mas, sobretudo… charmosa! E ainda tinha a praticidade das plataformas na altura do vagão, a qual era indispensável para embarcar e desembarcar facilmente com carrinho de bebê.

Para quem turista por Roma não é assim tão fácil perceber a rede de bondinhos porque hoje em dia elas não passam mais nas principais ruas do centro histórico, mas muitas delas passam ao lado e/ou bem perto das principais atrações turísticas.

As linhas de bonde em Roma:

Linha 2: Piazzale Flaminio Piazza Mancini

Essa é uma linha mais residencial, que sai da Piazzale Flaminio (logo ali do lado de fora da Piazza del Popolo) em direção à zona norte de Roma. O trajeto é breve, e conduz ao Auditorium Parco della Musica, a principal sala de concertos e eventos de Roma, ao Maxxi (Museo delle Arti del Secolo XXI) e também deixa a uma distância abordável do Estádio Olimpico (só que do outro lado do Rio Tibre).

Linha 3 e 3A: Estação Trastevere-Estação Ostiense e Estação Ostiense-Piazza Thorvaldsen (Villa Borghese)

A linha 3 era uma das linhas mais compridas de Roma (uma viagem infinita de ponto final a ponto final), mas foi dividida em duas: A linha 3A que leva da Estação de Trastevere à Estação Ostiense, passando pelos bairros Trastevere e Testaccio, e que em muitos horários do dia funciona com um ônibus e não com o bonde (por problemas constante de trânsito e congestionamento, pois nesse trajeto o bonde não tem faixa preferencial). Depois da Estação Ostiense até chegar à Villa Borghese, o percurso é todo feito com o bonde.

Já a linha 3 faz um passeio panorâmico, em parte turístico e em parte residencial. Ele faz ponto final em frente à Piramide Cestia, passa pelo Circo Máximo (e perto das Termas de Caracalla), pelo Coliseu, pela Porta Maggiore, pelo bairro estudantil-popular San Lorenzo, pelo cemitério monumental do Verano e pelo Campus da Universidade La Sapienza. Depois percorre um longo caminho passando por alguns dos bairros mais ricos da cidade, como Parioli, até chegar à Piazza Thorvaldsen, que é uma das entradas da Villa Borghese e onde também fica a GNAM, Galleria de Arte Moderna de Roma.

Linhas 5 e 19: Da Estação Termini até Centocelle

As duas linhas conduzem da estação Termini até o bairro periférico e popular de Centocelle, na zona noroeste da cidade. Pode ser uma boa maneira de chegar até o badalado bairro Pigneto.

Linha 19 – Da Piazza Risorgimento (Vaticano) até Centocelle

O bonde 19 faz o maior e mais demorado trajeto de Roma, mas é o mais interessante. Seu percurso em parte é comum ao do bonde 3.

Ele sai do ponto final na Piazza Risorgimento, ou seja, entre a Praça São Pedro e os Museus Vaticanos, e faz um tour que pode ser considerado um passeio para quem quer conhecer a cidade de Roma além do óbvio. Ele passa por cima do Rio Tibre, depois passa pela Piazza Thorvaldsen, que é uma das entradas da Villa Borghese e onde também fica a GNAM, Galleria de Arte Moderna de Roma. Dali sobre até Parioli, em direção a San Lorenzo (bairro universitário e estudantil) até chegar à monumental Porta Maggiore. Logo depois ele ruma em direção ao badalado e boêmio bairro Pigneto, para pouco a pouco percorrer vários bairros populares até chegar à periferia nordeste de Roma. Como o bilhete do bonde dura 100 minutos, pode ser uma boa maneira fazer uma viagem de ida e volta, de ponto final a ponto final. Será uma maravilhosa maneira de conhecer “o lado B” da Cidade Eterna.

E você? Curte viajar de bondinho?


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